Você é uma Maria Bonita? Ou Maria vai com as outras?

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Uma boa referência ao lado do Cangaceiro Lampião é Maria Bonita que já ditava as regras da vaidade. Mas acima de tudo mostrava sua autenticidade e personalidade nas roupas e acessórios que usava. A mulher forte no meio de tantos homens revelava que para ser Maria Bonita era uma questão de essência.

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Pois bem, você é uma Maria Bonita? Ou Maria Vai com as outras? Maria Bonita é estar antenada nas tendências e também no que existe de melhor para seu bem estar, mas principalmente ser Maria Bonita é mostrar que suas escolhas fazem parte da sua personalidade. A Maria Bonita de hoje não é diferente de décadas passadas! É vaidosa e cheia de vontade de inovar. A nossa Maria Bonita é completa, busca não só a satisfação na estética, mas consegue trazer a tranquilidade em momentos relaxantes para o dia a dia.

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Estar bem é uma questão de QUERER! Isso é fato! E nossa Maria não vai com as outras, ela vai com você nessa busca pela beleza, equilibro, mudanças e na busca pelo que te faz feliz e satisfeita. Você quer mudar? Cansou da mesmice?

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A Maria Bonita te ajuda! Dá dicas do que pode ficar ainda melhor com seu perfil e estilo de vida. Dúvida na cor? No corte? Cansada da celulite? Estressada?

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Calma! Maria Bonita deixa você no Spa até você decidir junto com profissionais qualificados o primeiro passo para uma transformação ou apenas um UP na autoestima.

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Quer saber o que uma Maria Bonita tem? Atendimento personalizado, espaço aconchegante e moderno para deixar você se sentir em casa, um local de tranquilidade para um momento só seu, profissionais prontos para esclarecer e ajudar nas suas decisões e, além disso, um clima agradável para receber toda Maria Bonita de braços abertos.

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E aí? Nada de ir com as outras!! A nossa Maria Bonita te espera para deixar você ainda mais De bem com a vida! Então…. Vem Bonita, Vem Maria Bonita… Te esperamos!!

site: www.mariabonitamoema.com.br

insta: @mariabonitamoema

A terceira idade

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Por Talita Siste

 

Se tem algo que a gente não vai conseguir escapar, com certeza é a chegada da terceira idade. E quando isso ocorrer, não adianta virar a cara, bater os pés ou pedir para o gênio da lâmpada realizar seu o desejo de voltar na juventude. Temos que dar boas-vindas à essa nova etapa e sobretudo saber aceitá-la.

 

Segundo uma pesquisa feita pelo IBGE, no ano de 2012, o país tinha 21 milhões de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. Ainda no IBGE, a população de idosos no ano de 1991 era de 10,7 milhões de pessoas. Ou seja, em 21 anos praticamente dobrou o número de velhinhos no território brasileiro.

 

O número de idosos cresceu e as responsabilidades também. Eles têm que ser cautelosos com eles mesmo, principalmente com a saúde. Sabemos que hoje em dia há muitas doenças que impossibilitam uma vida ser mais saudável e mais longa. 

 

E diante da realidade, tenho uma boa notícia para as bonitas que têm medo de ficarem velhinhas: a população de idosos aumentou, porém, junto com ela cresceu a estimativa de vida. Então relaxa, com ajuda da sua saúde você vai viver mais do que seus antepassados.

 

E para finalizar, volto à escrever o que escrevi no meu último artigo: você conhece a lei do retorno? Tudo o que você desejar ou fizer para o próximo você receberá. Por isso, quando um idoso estiver ao seu lado, trate como você gostaria de ser tratado quando chegar na terceira idade.

 

 

Ansiedade!

Por Talita Siste

 

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Pensar no futuro é essencial. Mas pensar no futuro com negatividade é um transtorno a mais para um sujeito. Uma pessoa ansiosa parcialmente não consegue viver no presente, ela olha o que pode vir e sempre vendo algo de ruim. Um exemplo muito básico é quando perdemos uma noite de sono para ficar pensando como sairá dos problemas, como será a entrevista de trabalho, ou até mesmo perder a noite de descanso para ficar idealizando o tão sonhado encontro com alguém.

Mas assim como o medo, o pânico e tantas outras coisas que nos prejudica, a ansiedade tem níveis, e em caso de nível extremo é recomendável identificar qual é o tipo de ansiedade e dar início ao tratamento.

Além de prejudicar os relacionamentos, essa preocupação extrema também abala a saúde, portanto, praticar atividades físicas e evitar o estresse são bem-vindos nessa situação.

 

 

Numa pesquisa básica pela internet pude notar algumas coisas que ajudam a evitar esse sentimento tão injusto com a mente humana.

* Ter o controle da respiração: inspirando lentamente pelo nariz, com a boca fechada.

* Ingerir alimentos que contenham aminoácidos e vitaminas essenciais que atuam na baixa do estresse e ansiedade. Exemplos: Frutas cítricas, chocolate ( com moderação, é claro. ) , carboidratos e a banana ( pesquisadores comprovaram que a fruta ajuda no combate da depressão e alivia sintomas da ansiedade ).

* Fazer o que gosta e praticar exercício físico, coisas do tipo que possam aliviar a mente.

 

 

Portanto, que a ansiedade é um desconforto muito grande isso ninguém pode negar. Mas fica a dica para as ‘Bonitas’ que sofrem com a ansiedade (assim como eu): tente não ser nenhuma vidente e evite prever o futuro, afinal, quanto mais você pensar no amanhã, maiores são as possibilidades de você pensar negativo.

Completando minhas indicações dos livros de Brian Weiss, veja essa entrevista, impressionante!

Bonitas, esse assunto não tem haver com religião e sim uma técnica de tratamento de sintomas  que aparecem e não sabemos como lhe dar com aquele problema, pode ajudar sim, e como diz o psiquiatra americano, respeitadíssimo e com muitos trabalhos científicos publicados, Brian Weiss, o que importa é ver a melhora do paciente, e se essa forma de ajudar é mais efetiva porque não tentarem, o ser humano tem que abrir a mente (independendo de crença ou religião), leiam e estudem o assunto pra depois declararem opniões, esse vídeo toca qualquer pessoa, esse americano era extremamente cético e não acreditava em nada além da medicina cética e ponto, até aparecer uma paciente no seu consultório e naturalmente começar a lembrar de vidas passadas, à partir desse momento (pra quem ainda não leu: Muitas Vidas, Muitos Mestres, vale a pena) a vida dele mudou como psiquiatra e como ser humano, ele conseguiu ajudar muita gente através desse novo aprendizado, aprendendo lições para fazer o bem, essa é a mensagem! Eu assino embaixo e acredito 100%.

Espero que gostem! Vejam essa entrevista.

 

9 tipos de comportamentos humanos explicados pela ciência!

Pois é! Várias pessoas dizem que são “autênticas” mas que não escapam de certas “amarras biológicas” em relação a seus comportamentos. Na verdade há algumas coisas que nós não podemos controlar (ainda) tal como a genética. Veja abaixo.

1 – Optar pelas loiras

 

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Há vários indícios (especialmente culturais) na qual os homens se sintam mais atraídos por ruivas ou morenas, um exemplo, existe uma certa preferência herdada pelo nossos ancestrais: Mulheres loiras geralmente têm a pele clara, o que “esconde” defeitos físicos com menos eficiência. Na busca por parceiros, os homens que viviam nas cavernas, avaliavam facilmente a saúde física das mulheres de pele clara.

 

2 – Abraçar

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Tirando o fato social por trás da demonstração de afeto, podemos citar o lado biológico disso tudo: o contato físico positivo provoca a liberação do hormônio ocitocina, ligado (entre outras coisas) à confiança e à construção de vínculos.

 

3 – Trair

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Esse hábito que deveria ser menos comum tem, possivelmente, uma certa base genética: o RS3 334 (que ficou conhecido como “gene do divórcio”) assim afetando a liberação do hormônio vasopressina, ligado à monogamia e à formação de vínculos. Pessoas em que esse gene têm uma expressão mais forte são mais propensas a ficar insatisfeitas em relacionamentos e a buscar relações fora dele.

 

4 – Não gostar de estranhos

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Mais uma possível herança ancestral, do tempo em que manter amigos e conhecidos por perto e desconhecidos a uma longa distância era uma questão de sobrevivência e segurança.

 

5 – Ter coceira

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Nos coçamos, naturalmente, para aliviar a coceira, que é um sinal de alerta da presença de substâncias potencialmente perigosas para o nosso corpo. Uma sensibilidade aparentemente exagerada, embora incomode, pode ser mais útil do que uma falta de sensibilidade na pele (enfim, é melhor lidar com alarmes falsos do que correr o risco de se machucar por causa de uma falta de alerta).

 

6 – Discutir consigo mesmo 

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Provavelmente você já fez diversos acordos com você mesmo, prometendo diversas coisas como por exemplo: Ir trabalhar no dia seguinte compensando aquele momento de preguiça, ou até mesmo ir em uma academia para queimar as calorias do churrasco de domingo. Curiosamente, em muitos casos a área do seu cérebro que é ativada quando você pensa em outra pessoa é a mesma ativada quando você pensa no seu “futuro eu”.

 

7 – Rir

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Como as regiões cerebrais responsáveis pelo riso também regulam a respiração e a fala, rir é uma função, de certa forma, primária. Acredita-se que o riso, desde os tempos antigos, é compreendido como uma demonstração de intenções amigáveis e uma forma de criar vínculos com outras pessoas.

 

8 – Sentir-se cansado à noite

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A rotina que a maioria das pessoas segue, é levantar pela manhã e dormir à noite, e tem uma relação com os hormônios: a luz do sol desencadeia a liberação de hormônios que nos ajudam a nos manter em estado de alerta; já a ausência de luz aumenta os níveis de hormônios (como a melatonina) que nos levam a buscar repouso.

 

9 – Agredir

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Pessoas com temperamento “explosivo” podem ter parte dele explicada por problemas na amígdala cerebelosa, uma estrutura responsável por impulsos agressivos. Normalmente, esses impulsos são controlados pelo córtex pré-frontal, que interpreta outras informações antes de tomar uma atitude. Se o impulso for muito forte, porém, a agressividade fala muito mais alto que a razão.

Você concorda que esses comportamentos realmente existem em nossas vidas?

Deixem suas opiniões bonitas!!!

 

“Eu não preciso falar sobre drogas. Mas eu posso falar sobre drogas! “

 

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Foi num dia 31 de agosto, 2012, que depois de praticamente seis meses de internação na Clínica São Francisco, em Jaci, sem ver ou falar com ninguém da família ou do meu círculo pessoal, longe de tudo e de todos, sai para começar uma nova vida. Lá morreu e foi sepultado um Jayme. E há um ano nasceu um novo homem.

Algumas pessoas acham que eu não deveria tocar tanto nesse assunto. Que o passado deve ser esquecido. Não entendo assim. O comprometimento com a causa me faz mais forte. Não posso esquecer. Preciso lembrar-me constantemente. E através da minha autoajuda, espero também estar ajudando dependentes ou familiares que precisam de palavras.

O ator global Fábio Assunção já disse: “Eu não preciso falar sobre drogas. Mas eu posso falar sobre drogas”. Exatamente. Não é preciso. Mas podemos fazer isso. Por nós e pelos outros.

O também ator da Rede Globo Marcello Antony contou em entrevistas que ao sair da clínica “Eu me senti um bicho acuado, um cachorro morto” e Brad Pitt afirmou que “A abstinência foi tão difícil que eu tinha vontade de matar alguém”.

São pessoas públicas, que assumiram suas experiências e as transmitem para ajudar outros. Por isso não tenho vergonha e nem receio abordar esse assunto. Como cantou Renato Russo “Sei que às vezes uso palavras repetidas, mas quais são as palavras que nunca são ditas?”. A dependência química é uma doença incurável, progressiva e fatal. Mas podemos conviver com ela. Neutralizá-la.

Prevenir a droga ou manter-se afastado dela significa isso. Repetir. Bater no assunto. Rebater no tema. Nunca será demais. A autovigilância é importantíssima. Falar de um assunto não é fazer apologia dele. Calar pode ser.

Por isso digo às pessoas que têm familiares com problemas de dependência química: falem, lutem, tentem mostrar que tem uma saída, que tem uma solução. Mas para isso não cobre. Não se mostre como vítima. Simplesmente mostre que o amor está no ar. Que assim que a pessoa quiser, poderá contar com seu apoio e com seu amor.

Ninguém se conscientiza a se livrar das drogas pela dor. A droga deixa o usuário acostumado a todo tipo de dor física ou emocional. Só procuramos a mudança, pelo amor. Um amor que você, familiar, precisa procurar a forma de mostrar. Só dizer que ama pode não bastar. Cobrir as despesas e problemas que um drogado dá, também pode não ser amor. Passar a mão na cabeça, também não. Simplesmente mostre que você o ama e que sabe que ele pode sair dessa. Que estará sempre apoiando.

Depois, espere… Nenhum tipo de tratamento ou internação dá resultado se o dependente químico não quiser realmente mudar.

Aos dependentes químicos que temem um tratamento, digo apenas que nunca deixem que nenhum limite tire de você a ambição da autosuperação. Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa qualquer entendimento. E nós podemos ultrapassá-los.

 

José Antonio Jayme – Jornalista e Publicitário – Dependente químico na sobriedade há 18 meses.

 

A Responsabilidade!

Sempre que sou convidada a escrever, falar, de alguma forma levar `a público qualquer coisa, seja uma foto, uma citação, o texto de outro autor, uma crônica, tudo que ao longo dos anos fui vivendo, assistindo, fazendo parte, sendo observadora e observada num movimento incessante de busca no qual também está implícit o dividir, analisar, errar, acertar, mudar, ajustar, TUDO!

A qualquer momento, não existe hora certa, é sempre agora, quando realmente se decide.

Portanto, se de alguma forma o que você leu em meus espaços fez bem para seu coração e sua mente trazendo mudanças positivas para sua vida , isto faz com que minha responsabilidade seja ainda maior.

Muitas vezes, escrevo baseada em 25 anos de consultório, pois sendo um ser humano passível de erros e acertos como qualquer um, também tenho meu processo, também choro, fico triste, brava, erro, acerto e também preciso de um ombro amigo.

Então, vamos juntas neste universo de auto descoberta, aceito sugestões de temas, quaquer dúvida meus contatos estão à disposição, entre em contato com o Vem Bonita!

 

Acendendo e mantendo a chama da Paixão: A arte do relacionamento !!!

Há alguns anos, me coloquei o desafio de buscar o porquê dos relacionamentos estarem difíceis, desestimulantes e descompromissados. Além disso, a experiência clínica de 35 anos no atendimento `a homens, mulheres e casais, me mostrou que, na média, 80% das separações ocorrem por causa do esfriamento sexual. Quando a chama da paixão se apaga, o relacionamento começa a ser minado. Assim, apesar do amor, os parceiros podem querer buscar o “estado de paixão” fora do relacionamento o que pode levar a traições e ao fim da união. Leia Mais

Mulher Moderna ou Maravilha!!!

Após anos de luta, a mulher conquistou seu espaço no mundo machista. Mas basta dar uma volta pela história para constatar que, antes de queimar os sutiãs, a única missão da mulher era ser boa esposa e boa mãe.

Só que, com o passar dos séculos, essa mulher começou a querer mais… batalhou pelo direito ao voto, ao trabalho fora de casa, à igualdade social perante os homens. E como resultado, acumulou muitas funções, se sobrecarregou, se sentiu culpada por deixar os filhos em casa enquanto se dedicava à carreira profissional; e ainda assim ficou mais exigente, aprendeu a se cuidar, ficou cada vez mais vaidosa… as suas escolhas passaram a custar caro demais! E a ‘tal felicidade’ nem sempre chegava. Aí apareceram medos, angústias e a depressão… afinal, como continuar sendo mulher nos tempos modernos, sem precisar ser a Mulher Maravilha? Como ser feliz nos dias de hoje?

Não existe a mulher perfeita! O que existe é a mulher que deseja ser amada, que busca sua identidade, que acolhe, se exercita na academia, faz tratamentos estéticos, se conecta nas redes sociais, comete erros… enfim. Para ser Moderna, a mulher necessita de apoio! Ela tem que aprender a dividir tarefas, buscar sua autoestima e, principalmente, aceitar seus limite e fragilidades.

A Mulher Maravilha de hoje assume seu papel, em casa e junto à sociedade, com mais sabedoria e menos sentimento de culpa.

Ser Feliz deve ser sua escolha número 1!