O perigo das “House Party´s”. Pais de adolescentes, leiam por favor.

Por Dri Furlan

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Eles chamam apenas de HP.
Vou em uma HP na casa do Flávio, vou em uma HP no prédio da Maria, não importa o nome, é sempre alguém conhecido do colégio, ou amigo de amigo. Geralmente, o horário é das 16 às 23 hs, um horário até que confortável. Você leva, você busca. Parece inofensivo, mas não é. Eles sempre dizem que vai ter um pai ou adulto junto. Mentira. E, todo o mundo vai, desde a amiga santinha, até as mais “saidinhas”. Tenho uma filha adolescente, de 14, e é um ritual, todas vem se arrumar em casa, felizes e amáveis. Usam roupas até que normais e vão. Vão até o banheiro do lugar, levam micro-shorts na mochila e aí começa. A idade varia, desde 12 (pasmem) até 18 ou mais, no caso dos meninos.

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Sei disso, porque um dia fui levar um grupo em uma HP, numa casa no Morumbi e (instinto de mãe), resolvi entrar. Tinha segurança na porta, que depois de muita conversa me liberou, ameacei chamar a polícia. Quis falar com os pais, os donos da casa e me disseram que eles já chegariam.
Quando entrei, me deparei com o pior pesadelo de uma mãe. Cheiro de maconha, copos de plástico com vodka, todas as meninas dançando, agachando até o chão e os meninos mau conseguiam andar. A dança, parecia cena de sexo explícito, mas com roupa. Ouvi um grito, olhei. Uma garota de uns 12 anos, não passava disso, poderia ser até menos, bem magrinha, caiu no chão com tudo de fora e os garotos jogavam bebida nela como se fosse urina e ela ria e ria… Ninguém ajudou a levantar, ela ficou um tempo ali, achando o máximo. Nunca mais deixei minha filha ir a nenhuma HP.

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Não era um baile funk da favela, eram filhos como os nossos. Foi no Morumbi, mas isso acontece igualzinho aqui, sem dúvidas. Aliás, aqui acontece toda a semana. Lembram do garoto que morreu perto do Edifício Ghaia? Estava voltando de uma HP.

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Gente, já fomos adolescentes e com certeza aprontamos muito. Mas, o que está acontecendo agora é diferente, como se não existisse o certo e errado, o medo, o amor próprio.
Pais, não liberem a casa ou salão de prédio para seus filhos, sem supervisão. Não dá. Acho que a maioria de nós conversamos, aconselhamos, etc… mas os hormônios falam mais alto.

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Não dá para prender….eles podem dizer que vão à um amigo e ir à uma HP. Como saberemos? Por isso a responsabilidade é dos pais e de mais ninguém.
Quando meus filhos estiverem em suas casas, cuidem deles, pois é esse o desejo que vocês têm para os seus. Bjs

Colaboração: 

Dri Furlan 

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Primeiro amor!

 

Primeiro Amor

 

Primeiro amor: Sinônimo de experiências e desilusões.

 

Quem nunca se apaixonou na juventude que atire a primeira rosa ou algo semelhante ao amor. Andar pelo colégio de mãos dadas, caminhar pelas praças, agrados e mimos para todo canto… isso mais parece um amor à moda antiga, mas é só a primeira paixão. Mas e quando a promessa de ser eterno se antecipa e o primeiro amor passa? Quando isso acontece, com certeza o equilíbrio emocional afeta e muito, mas nada como o tempo para suavizar as “primeiras experiências “e as desilusões inevitáveis.

 

Soneto o primeiro amor

 

Ele sentou-se na mesa ao lado

Teus olhos luzentes seguiam os itens do cardápio

Foi então que ele levantou o braço

Chamou o garçom e pediu um café

Meu olhar acompanhava

O movimento de tuas mãos pegando a xícara

E levando-a até a tua boca

Enquanto teus olhos distraídos me avistavam

Um calafrio percorria pelo corpo,

Nos víamos afastados

Como se não desejássemos uma aproximação

Ficamos lá, parados,

Num tempo cronometrado

Nos beijando sem nos tocarmos

 

Soneto o primeiro amor ||

 

Pude então idealizar teus lábios com os meus

Como se no período do beijo

Dividíssemos o mesmo ar…

Um modo sutil de respirações conjuntas

Ele então chegou para perto de mim

Teu traje social com a gravata torta

Deu-me a impressão de que

Seria um rapaz sério, mas um pouco bobo

Tua voz embargada convidou-me para dançar

Pouco importava os nossos ritmos desiguais

O que queríamos era dar prosseguimento

Saboreamos o tempo cronometrado

Mas o tempo acabou

E o primeiro amor passou!

 

Talita Siste

 

Mamãe você sabe o porquê ?

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Seu filho coloca tudo na boca?

Em 1982 uma pesquisa holandesa revelou que os movimentos do feto começa entre a 8 e 9 semana. Da 12 a 15 semana de vida, ele passa levar os dedos a boca. Na barriga da mãe chegam a fazer isso de 50 a 100 vezes por hora.

Esse comportamento se reduz muito nas ultimas semanas no útero da mãe e volta a ganhar força depois do nascimento no segundo e terceiro mês de vida e seu pico é entre sexto e sétimo mês (normalmente dura até 18 meses).

É a chamada fase oral (denominada por Sigmund Freud), onde tem a percepção concentrada em lábios, língua e demais estruturas orais, ao trazer à boca o que está a sua frente, o bebê não aprende a respeito de suas características físicas como cria formas de explorar outros tipos de ítens já que não tem a destreza ainda com as mãos, por isso mamãe já sabem, escondam todos objetos pequenos senão os bebês realmente vão levar à boca podendo engolir.

 

Seu filho estica os bracinhos para carregá-lo?

À partir de 2 meses os bebês desenvolvem esse mecanismo de esticar os bracinhos. Quando os pais se aproximam e esticam os braços, eles rapidamente descobrem que imitar o gesto irá aproximá-los do cuidador e conseguem fazer isso sem dificuldade.

As crianças entendem o mundo pelo exemplo e crescem e se deselvolvem no calor dos cuidados e dos afetos.

 

Seu filho joga tudo no chão?

Para uma criança pequena, pode ser a chance de entender que objetos desaparecem e reaparecem, enquanto para as maiores pode significar a descoberta de sons diferentes.

Essas descobertas são de muta valia para a criança, mas as mamãe com certeza vao ficar cansadas de ficar pegando objetos no chão, vale a dica de conversar com seu filho e ajude-o a entender que sabe que ele está se divertindo, mas que nem tudo deve ir ao chão, isso não requer raiva, castigo ou alteração da voz.

Importante: Quando os nervos falam mais alto, os circuitos cerebrais da criança deixam de funcionar adequadamentee ela não aprende mais nada. Pesquisadores da universidade de Oregon (EUA) mapearam a atividade cerebral de bebês de 6 a 12 meses cujos pais brigavam frequentemente e verificaram que as áreas ligadas ao estresse reagiam excessivamente ao ouvir vozes exaltadas, interferindo no controle emocional e no aprendizado.

 

Chorando

Em outro post coloco mais para os conhecimentos das mamães!!!!!!!!!!!!!

É bom saber dessas coisas, ajudam a entender mais nossos filhotinhos….

Beijos