Cuidados com a pele no inverno

7 Dicas valiosas de cuidados com a pele no inverno.

 

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Dia 21 de junho tem início a estação mais fria do ano. Mas o inverno já deu as caras por aqui!!!
Confira alguns cuidados para que a pele continue linda durante todo o inverno!
1) Evite o ar condicionado!

 

 

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A permanência por tempo prolongado em ambientes com ar condicionado, pode deixar a pele e as mucosas dos lábios, nariz e olhos mais ressecadas. Sempre aplique hidratante no rosto e cremes reparadores/cicatrizantes nos lábios, opções bacanas são as águas termais e águas com hidratantes em spray, bem práticas de aplicar e utilizar.
2) Evite banhos muito quentes e prolongados:

 

 

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No inverno, é comum tomar banhos mais quentes, e essa alta temperatura da água pode acabar promovendo a remoção da oleosidade natural tanto dos cabelos quanto da pele. Quanto menos quente a água do banho e mais rápida a duração dele, melhor.
3) Hidratação da pele:
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Cremes ou loções contendo uréia, alantoína, glicerina, ceramidas, e pantenol são ótimas opções para aplicação no corpo todo, com a pele ainda úmida logo após o banho (pois ajuda a penetrar mais rapidamente o hidratante). Para o rosto, use produtos específicos para pele facial. Atenção especial deve ser dada às áreas naturalmente mais ressecadas como mãos, pés, cotovelos, joelhos, calcanhares – caprichar na hidratação destas áreas!
4) Unhas:
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Com o clima seco e frio, as unhas e cutículas ressecam mais, e podem surgir as fissuras nas polpas digitais, descamação lamelar das unhas e fragilidade das cutículas. Hidratação com ceras e cremes para cutículas e unhas, aplicando em forma de massagem nestes locais , várias vezes ao dia, é importante!
5) Beba água!
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A ingestão adequada de água ao longo do dia, em média 2 litros por dia, é super importante na prevenção da desidratação e ressecamento da pele. Um corpo hidratado apresenta uma pele macia e elástica, com brilho. Nesta estação, uma dica é tomar chás claros ou de fruta para ajudar a suprir essa ingesta de água diária.
6) Lábios:
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Geralmente ressecam muito durante o inverno, podendo surgir inclusive rachaduras e sangramentos. Recomenda-se usar hidratantes labiais com substâncias que promovem formação de um filme protetor, além de efeito umectante.
7) Tratamentos dermatológicos:
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Nesta estação do ano, é favorável investir nos tratamentos rejuvenescedores para deixar a pele com aspecto renovado, com brilho e maciez. Também é interessante aproveitar quem não está com a pele bronzeada para fazer depilação a laser.

Cabelos desarrumados: no frio, melhor ainda!!!

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Desconecte-se deles

 

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Tendência despojada contrasta com cabelos glamourosos

 

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Se os cabelos sempre sedosos e cheios de glamour das celebridades de Hollywood são unanimidade entre as mulheres, as modelos e fashionistas chegam para provar que a tendência despojada também pode garantir um visual charmoso e estiloso. O “não corte” requer, mais do que elegância e sofisticação, muita atitude para sustentar a aparência desarrumada e despreocupada.

 

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O visual já é sucesso entre quem circula pelo mundo da moda, como as modelos Kate Moss, Arizona Muse e a it-girl Alexa Chung. Até mesmo Hilary Rhoda, que mantinha seus fios castanhos bem longos, aderiu à tendência. Nas passarelas, o estilo apareceu nos desfiles de Balmain, Blumarine e Vionnet. E, apesar da moda ainda não ter se instaurado entre as atrizes, algumas fashionistas, como Jessica Alba e Sienna Miller, já apostam no visual despojado. Apesar de parecer despreocupado, estilo exige cuidados.
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O look desgrenhado pode dar a impressão de que não requer nenhum trabalho para ser criado, no entanto, o “não corte” exige alguns cuidados. Para conquistar o visual, é necessário um corte preciso, manutenção regular e, principalmente, estilização. Independente do comprimento, os fios devem ser cortados em camadas, com pontas desconectadas, porém, sem criar volume.

 

 

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Já a textura, inspirada no grunge dos anos 1990, é o resultado da estilização das madeixas. Para conquistar o mesmo efeito, aplique mousse nos fios ainda úmidos, e seque os cabelos, direcionando o ar do secador de baixo para cima. Durante o processo, amasse as mechas com as mãos para dar o toque desgrenhado. Finalize com óleo capilar apenas nas pontas dos fios.

 

Depressão: pessoas que podem ter, mas não demonstram!

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Medo ou desconhecimento?

Nesse artigo conheça 8 sintomas de pessoas que levam a vida com o que chamados de “depressão mascarada”, doença que elas tentam esconder ou mesmo que nem sabem que têm.

Embora a sociedade atual demonstre, de modo geral, um maior conhecimento sobre a depressão, o que se vê, muitas vezes, é uma compreensão equivocada desta doença e de seus sintomas.

or tratar-se de uma doença marcada por um estigma, nem sempre conseguimos identificar familiares ou pessoas próximas que estejam lutando contra a depressão. Pior ainda: devido às concepções equivocadas sobre os diferentes modos de manifestação da doença, e o tipo de ajuda a ser buscado, muitos indivíduos que sofrem de depressão não recebem o devido diagnóstico.

O resultado disso é que muitos indivíduos convivem com uma depressão mascarada – ou seja, invisível para as pessoas que os cercam, ou mesmo para eles próprios. Além disso, nos casos em que não recebeu o diagnóstico adequado, o indivíduo tenderá a lidar com seus problemas de modo a esconder a depressão, e terá dificuldades para reconhecer os verdadeiros sintomas da doença.

É preciso deixar de lado a concepção de que o sofrimento é sempre visível. Deste modo, será possível compreender melhor e oferecer ajuda aos que lutam contra as doenças não manifestas. Listamos, a seguir, alguns sinais de uma pessoa que talvez sofra de uma depressão mascarada.

1. Ela talvez “não pareça deprimida”

Influenciados por estereótipos culturais e veiculados pela mídia, muitos têm uma imagem equivocada do comportamento e da aparência do indivíduo com depressão. Na visão do senso comum, esta pessoa raramente sai de seu quarto, veste-se com desleixo, e parece estar sempre triste. Porém, nem todos que sofrem de depressão têm o mesmo comportamento.

Claro que os indivíduos são diferentes, assim como variam os sintomas e a capacidade de cada um de lidar com a doença. Muitos conseguem exibir um “verniz” de boa saúde mental – como mecanismo de autoproteção –, mas o fato de serem capazes de fazê-lo não significa que eles sofram menos. Do mesmo modo, as pessoas incapazes de mostrar tal “verniz” não são mais “fracas” que as demais.

2. Ela pode parecer exausta, ou queixar-se de um cansaço constante

Um efeito colateral da depressão é um cansaço permanente. Embora este sintoma não se manifeste em todos que sofrem de depressão, ele é muito comum. Em geral, é um dos piores efeitos colaterais desta doença.

Além disso, se o indivíduo não recebeu o diagnóstico de depressão, a causa deste cansaço pode ser uma incógnita. Mesmo que ele durma um número suficiente de horas à noite, talvez acorde na manhã seguinte como se tivesse dormido pouco. Pior que isso: talvez ele culpe a si mesmo, atribuindo isso à preguiça ou então que algum defeito de sua personalidade esteja causando esta sensação de fraqueza e falta de energia.

Este sintoma também acaba se tornando uma dificuldade para quem recebeu o diagnóstico de depressão, mas tenta ocultá-la dos amigos e colegas. Isso porque esta sensação de cansaço afeta o seu ritmo de trabalho e também os seus relacionamentos pessoais.

3. Ela poderá ficar mais irritadiça

O comportamento de uma pessoa com depressão pode ser interpretado equivocadamente, como melancolia. É muito comum que a pessoa deprimida fique mais irritadiça, e que isso não seja interpretado como um sintoma da doença. Isso é compreensível, já que a depressão não é problema de saúde “visível”, e tampouco pode ser medido com precisão – o que dificulta o combate à doença.

Além disso, o esforço constante exigido do indivíduo para lidar, ao mesmo tempo, com as inúmeras demandas de sua vida cotidiana, e com a depressão, suga suas energias, deixando-o impaciente e incapaz de ter a compreensão exata sobre as coisas.

Se o seu amigo ou conhecido recebe o diagnóstico de depressão, e compartilha esta informação com você, uma dificuldade poderá surgir, caso o comportamento desta pessoa não corresponda à imagem (equivocada) que se tem de uma pessoa com depressão: um indivíduo tímido e calado. A tendência a ter “pavio curto” e a irritar-se com facilidade é, na verdade, um efeito colateral da depressão.

4. Para ela, pode ser difícil corresponder ao afeto e preocupação das pessoas ao redor

A ideia equivocada mais comum em relação à depressão, sugerida nos parágrafos acima, é que ela causa um sentimento de tristeza.

Pelo contrário: muitas vezes, o indivíduo com depressão não sente nada; ou então vive as emoções de modo limitado ou passageiro. Depende de cada caso, mas muitos relatam um sentimento parecido com o “torpor”, e o mais próximo que chegam de uma emoção é uma espécie de tristeza, ou irritação.

Deste modo, o indivíduo terá dificuldade para corresponder de modo adequado a gestos ou palavras afetuosas. Ou então nem se dará ao trabalho de manifestar qualquer reação.

Talvez demonstre uma irritação nada racional: é possível que o cérebro dele tenha dificuldades para processar e corresponder ao seu afeto e carinho.

5. Talvez recuse a participar de atividades de que gostava muito

Uma atípica falta de interesse em participar de atividades – e durante um longo período – pode ser um sinal de depressão. Conforme mencionado acima, esta doença drena a energia do indivíduo tanto no plano físico quanto no mental – o que afeta sua capacidade de sentir prazer com as atividades cotidianas.

Um indivíduo com depressão talvez não se sinta mais atraído por atividades que adorava no passado, pois esta doença acaba dificultando o desfrute de tais atividades, que não satisfazem mais o indivíduo. Se não há nenhum outro sinal visível que possa explicar o interesse cada vez menor do indivíduo por estas atividades, este talvez seja um sintoma de depressão clínica.

6. Talvez passe a ter hábitos alimentares incomuns

O indivíduo deprimido desenvolve hábitos alimentares incomuns por duas razões: como um modo de lidar com a doença, ou como um efeito colateral da ausência do cuidado consigo mesmo. Comer pouco ou em demasia é um sinal comum de depressão. A ingestão excessiva de alimentos é vista como vergonhosa, e neste caso a comida talvez seja a principal fonte de prazer da pessoa com depressão, o que a faz comer além do necessário.

Quando o indivíduo depressivo come pouco, em geral é porque a doença está afetando seu apetite, transformando o ato de comer em algo desagradável. Isso também pode ser uma necessidade subconsciente de controlar algo, já que ele não é capaz de controlar sua depressão. Se a pessoa não recebeu o devido diagnóstico, ou se omitiu diante das pessoas o fato de estar deprimida, elas poderão considerar que os hábitos alimentares “errados” se devem a um defeito de personalidade, e tal “julgamento” fará com que o indivíduo deprimido se sinta ainda pior.

7. Os outros talvez passem a exigir mais de você

Naturalmente, as funções vitais de um indivíduo com depressão não podem ser as mesmas de alguém com boa saúde mental. Haverá coisas que ele não será mais capaz de fazer com a mesma frequência, ou abandonará de vez. Perturbá-lo ou fazer com que ele se envergonhe por causa disso só tende a causar mágoas, em vez de ajudar. Se a depressão é um assunto que ele tem tido dificuldade de abordar, será igualmente difícil para ele lidar com alguém que fique irritado diante de sua incapacidade de agir do mesmo modo que uma pessoa mentalmente sadia.

Por isso, convém sempre ser compreensivo com as pessoas, seja de seu círculo profissional ou do pessoal. Não há como saber se um indivíduo está simplesmente “desacelerando”, ou se está enfrentando um verdadeiro problema de saúde.

8. Ela poderá ter dias ruins, e dias “melhores”

Trata-se de uma doença com altos e baixos. Se o indivíduo sofre de uma depressão mascarada, ou não diagnosticada, pode parecer que suas flutuações de humor são aleatórias, dependendo da regularidade de sua depressão. Para você (e mesmo para ele, no caso de ele não ter recebido um diagnóstico), talvez não haja uma motivação para as alterações de humor, mas esta é simplesmente a maneira como a depressão se manifesta em algumas pessoas.

Se você sabe que o indivíduo sofre de depressão, poderá ter a falsa impressão de que ele, tendo passado por uma sequência de dias “bons”, está definitivamente curado. O fato de ele ter passado um dia melhor do que na véspera pode ser excelente, mas convém que você sempre lhe peça para que ele deixe claro o que consegue ou não fazer, e em que momentos.

Concluir que o indivíduo que sofria de depressão está plenamente recuperado, ou forçá-lo a retomar rapidamente a rotina normal poderá sobrecarregá-lo, e fazer com que ele se “retraia” novamente. Ofereça apoio ao amigo ou parente com depressão, mas deixe que ele tome as decisões necessárias.

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