Como escolher o calçado perfeito para correr.

Quer iniciar uma jornada de corrida para aproveitar a chegada das estações mais quentes mas, no entanto, não sabe como escolher o calçado perfeito para correr? Pois saiba que este é um momento de extrema importância: optar pelo calçado correto implica na redução da probabilidade de lesões – tanto nos calcanhares quanto nos joelhos.

 

ImageProxy                                          Tipo certo de tênis garante um treino sem lesões e com estilo. Foto: Shutterstock

 

Geralmente acreditamos que a forma de como escolher o calçado perfeito para correr consiste na opção por um modelo de tênis que tenha um amortecimento reforçado e que seja macio e bonito. Outros quesitos, porém, devem ser levados em consideração, como o tipo de pisada.

 

Pisada e o calçado perfeito para cada tipo

Existem 3 tipos de pisada: a supinada, a neutra e a pronada – e muitas formas de descobrir qual é o seu tipo de pisada. Basta procurar na internet ou até mesmo em testes fornecidos pelas próprias marcas de tênis. Leve esse ponto em consideração antes de saber como escolher o calçado perfeito para correr.

 

No entanto existem, sim, jeitos de como escolher o calçado perfeito para correr mesmo sem que você não saiba qual é a sua pisada. Pensando nisso, separamos algumas dicas para auxiliar você no momento da aquisição do tênis certo para se tornar seu companheiro de corrida.

 

Como escolher o calçado perfeito para correr

 

Experimente no fim do dia

Procure experimentar o tênis ao fim de um dia de trabalho ou logo após a jornada de exercícios físicos. Isso porque esses são os momentos que os pés estão mais inchados e esse inchaço deve ser considerado na hora da aquisição.

 

Use meias esportivas

Seguindo a mesma lógica do espaço ocupado dentro do tênis, outra dica consiste em prová-lo com o uso de meias esportivas:elas são mais grossas do que as meias comuns.

 

Mexa os dedos

Já com os tênis calçados, faça movimentos com os dedos, verificando se você consegue mexê-los livremente dentro dos tênis.

 

Ajuste bem os cadarços

Ajuste os cordões do tênis quando for experimentá-lo, apertando uniformemente sobre todo o pé.

 

Cuide do calcanhar

Certifique-se de que o calcanhar está firme dentro do tênis e não está escapando.

 

Escolha um número maior

Na hora de escolher a numeração do seu tênis, opte por um número maior do que você usa diariamente. A explicação para isso é porque durante a corrida o pé incha e os dedos e unhas podem bater na borda do tênis, causando lesões.

 

Faça um pequeno teste

Corra um pouco dentro da loja. Algumas lojas específicas para a compra de tênis esportivos possuem esteiras de teste. Porém, independentemente da possibilidade de usar uma esteira, não abra mão de andar pelo menos alguns passos e assim conseguir sentir se o seu pé está firme e confortável.

 

 

Quem, Eu? Uma Avó. Um neto. Uma Lição de Vida!

Relatos da convivência do neto Fernando Aguzzoli que largou tudo para cuidar de sua avó Nilva, que sofria de Alzheimer.

Bom, a história do livro é basicamente essa, mas o livro não é apenas os relatos dos estágios da doença, é um livro que mostra que o maior laço, o do amor, pode tornar tudo mais suave, mais divertido e mais calmo. Como ele mesmo cita no livro:                         “ Compartilhar a dor não é sofrê-la no coletivo. É livrar quem dela sofre”.

 

a                                    Fernando Aguzzoli – 23/09/2014                        Foto – Marcos Oliveira – Lilian Comunica

 

A simplicidade em pessoa, às vezes nem ele se dá conta, que hoje é um ponto de referencia para milhares de pessoas que precisam de uma direção após receber esse diagnóstico e não só dessa doença, mas de todas as outras que o paciente necessite de cuidados intensivos.

Passei um tempo observando o autor, em sua sessão de autógrafos e vi ali, além de um jovem(ele tem só 23 anos), um ser humano diferente. Entre uma pessoa e outra, ele contava histórias, relatos das pessoas que dividem com ele a dor do que estão passando ou que passaram. Ele confidenciou que responde, às vezes com a ajuda de sua mãe, todos os contatos que ele recebe nas redes sociais, ele faz questão de ouvir todos que vem até ele e procura sempre ter uma palavra de conforto e amizade aos que vão em busca de alento para a dor.

O mais importante nesta obra foi o de tirar o Alzheimer “da sombra” acabar com o estigma que uma pessoa está condenada a ir para uma clinica de repouso ou seu cuidador ter mais problemas que o próprio doente. É complicado, mas com um pouco de amor e bom humor da para tornar a convivência mais leve.

Há muitas passagens, historias e  relatos de bastidores e só estando com ele e ouvindo tudo que não foi para o livro que as pessoas passam a entender que esse laço entre ele e a avó transcende.

Editora: Belas Letras

Preço: R$ 27,90

240 páginas

As “pérolas” que encontrei na Bienal do Livro

Por Renata Margaria

 

PERGUNTE A UMA MULHER

Sexo e Relacionamento sem Machismo, Feminismo e Estereótipos.

 

O tema é relacionamento. Mas não se encaixa na parte de auto ajuda, contos ou qualquer outra categoria. É um livro impar. Definição que cai bem para ele é um livro para consultas, sabe aquele que quando temos uma duvida e não temos coragem para perguntar abertamente, então ele tem a resposta.

Consegui uns minutos da autora na Bienal e posso dizer que nunca me diverti tanto em pouco tempo. Foi empatia nos primeiros 30 segundos. Luiza Costa é um doce de pessoa além de ser divertidissima.

 

yjre                                                          Renata Margaria e Luiza Costa – Ed. Pandorga – 30/08/14

 

Ela chegou ao estande, com seu namorado vestido de principe e sua amiga de “garota de programa”, como eu não havia lido o livro, não entendi a brincadeira, porém nas primeiras páginas do livro lendo em casa, tive uma crise de risos incontroláveis lembrando da cena.

 

Renata: Como surgiu o blog?

 

Luiza Costa: O Blog surgiu a partir de duas amigas que sempre me pediam conselhos e diziam que, na grande maioria das vezes, eu acertava no palpite (me senti a dona da verdade agora, mas é o que elas diziam – não sei se mentiam só para me agradar kkk). A pedido delas, acabei fazendo um blog para responder perguntas de leitores e não demorou muito para a minha caixa de email começar a lotar com pessoas querendo tirar dúvidas.

Hoje são milhares de leitores e, como não dava para atender todo mundo ao mesmo tempo em que tinha que manter o blog (pagar servidor, etc), acabei abrindo uma sessão para consultas particulares, na qual deixo claro que não sou médica, nem psicóloga, mas sim o que chamam de “conselheira amorosa”. Sou aquela pessoa que te dá dicas práticas e sinceras para situações e conflitos do dia a dia. É um bate papo informal, mas de qualidade e que felizmente deu certo.

 Muita gente pensa que dar conselhos amorosos é fácil, que é como dar conselhos em uma mesa de bar, mas não é nada disso. Cada caso é um caso. Você tem que analisar e refletir bem sobre cada um deles e, acima de tudo, tentar se despir ao máximo possível de tabus e preconceitos pessoais. Tenho que estar preparada para ouvir desde a pessoa traída ou que não consegue esquecer o “ex”, até o caso de homens que gostam de ver as mulheres deles transando com outros  (e demais fetiches nem sempre bem vistos socialmente =tabus).

 Tento ajudar cada um dentro de sua realidade, que naturalmente nem sempre é a minha. Tento entender o que eles precisam para o caso deles, não o que eu Luiza “acho ou deixo de achar”. Para mim está cada vez mais claro que o que eu penso, faço ou que funciona para mim nem sempre interessa ou até mesmo ajudaria o outro. Nisso eu tento manter o bom senso e a coerência. Espero melhorar cada vez mais nisso.

 

Renata: Os homens te procuram muito para tirar dúvidas?

 

Luiza: Demais! Na verdade, no Pergunte a uma Mulher eu consegui algo muito bacana, que é juntar o público masculino e o feminino em um só lugar! Atualmente, tenho um pouco mais da metade do meu público masculino, o resto feminino. Acredito que isso acontece por eu tentar manifestar o que eu acho que faz sentido, independente de ser “homem ou mulher”. Eu sempre brinco que não acredito em machismo ou feminismo, mas sim no gosto pessoal de cada pessoa. Por exemplo, tem mulher que ainda sonha em ser dona de casa, outras não. Qual é o problema nisso?

 Se eu gostar de certas coisas machistas ou feministas, “tudo bem” e foi mera coincidência de gostos, o que não quer dizer que eu me simpatize com um ideal ou outro. Se cada um tem o seu gosto, só nos resta procurar alguém que nos complete e que sinta que valemos a pena apesar de tudo. Se ninguém é obrigado a ficar com ninguém, temos que aproveitar isso para a nossa felicidade pessoal. Sem pisar no outro, claro.

 

Renata: Por que você resolveu colocar a experiência do blog em um livro. E qual a pergunta que mais fazem para você(blog) a respeito de sexo ou relacionamento?

 

Luiza: Na verdade, o que eu fiz foi colocar no livro os temas que tanto homens, quanto mulheres mais procuram. Ou seja, o livro já responde as perguntas que mais me fazem – e não são poucas! Só que em formato de dicas e textos reflexivos. Fiz questão de aprofundar e detalhar muita coisa e escrever outras tantas inéditas. O resultado ficou melhor do que eu imaginava.

Quem é que não quer saber mais sobre (como) chegar ao orgasmo e de sexo em geral? Quem é que nunca pensou até quando vale a pena ou não realizar um fetiche? Ou como esquecer o “ex” e elevar a autoestima? São justamente esses e vários outros temas de interesse geral que coloquei no livro.

 

No finalzinho dele, há também uma sessão exclusiva para homens e outra para mulheres, mas a essência do livro é de interesse geral mesmo.

Lembrando que dentro dele tem muita coisa que o leitor não encontrará no blog, não só porque quis dar um presentinho a mais para quem o lesse, como também porque tem coisas que é só o formato “livro” que permite.

Estão todos convidados a ler e tirar suas próprias conclusões! Espero causar não só belas reflexões, mas também boas risadas com ele. Contar piadas é o que mais faço no meu tempo livre (risos).

 

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Editora: Pandorga

Numero de Páginas: 280 

Preço: R$ 23,90 (Saraiva – 18/09/14)

Demorei para ler : 8 Horas – 2 dias e meio 

Leitura: Fácil – Rápida – Divertida

 

É um livro multifaces. Vou explicar por que: Primeiro que você começa a ler e faz aquela cara de “Ah, é mesmo?” Depois você pega um papel e uma caneta e começa a anotar todos os nomes dos seus amigos, parentes, familiares, conhecidos, colegas de trabalho para ver quantos exemplares vai comprar nos próximos meses (sim, surge uma vontade absurda de presentear todos com ele) e por ultimo “a velha carapuça serve sempre” alguma coisa do livro com certeza vai servir (ou está servindo) na sua própria cabeça.

Minha classificação = Leitura obrigatória para ambos os sexos.

A terceira idade

idosos

 

 

Por Talita Siste

 

Se tem algo que a gente não vai conseguir escapar, com certeza é a chegada da terceira idade. E quando isso ocorrer, não adianta virar a cara, bater os pés ou pedir para o gênio da lâmpada realizar seu o desejo de voltar na juventude. Temos que dar boas-vindas à essa nova etapa e sobretudo saber aceitá-la.

 

Segundo uma pesquisa feita pelo IBGE, no ano de 2012, o país tinha 21 milhões de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. Ainda no IBGE, a população de idosos no ano de 1991 era de 10,7 milhões de pessoas. Ou seja, em 21 anos praticamente dobrou o número de velhinhos no território brasileiro.

 

O número de idosos cresceu e as responsabilidades também. Eles têm que ser cautelosos com eles mesmo, principalmente com a saúde. Sabemos que hoje em dia há muitas doenças que impossibilitam uma vida ser mais saudável e mais longa. 

 

E diante da realidade, tenho uma boa notícia para as bonitas que têm medo de ficarem velhinhas: a população de idosos aumentou, porém, junto com ela cresceu a estimativa de vida. Então relaxa, com ajuda da sua saúde você vai viver mais do que seus antepassados.

 

E para finalizar, volto à escrever o que escrevi no meu último artigo: você conhece a lei do retorno? Tudo o que você desejar ou fizer para o próximo você receberá. Por isso, quando um idoso estiver ao seu lado, trate como você gostaria de ser tratado quando chegar na terceira idade.

 

 

Meu segundo fim de semana na Bienal Internacional do Livro – Renata Margaria

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Muito mais tranquila e ambientada o dia transcorreu muito mais leve. Apesar de ser o dia com maior movimento de todos, aproximadamente 120.000 pessoas,  foi calmo para  transitar. Consegui cumprir todos os compromissos na hora exata.

 

Meu lado “tiete”, tive que ir ver Padre Zezinho de perto, um doce de pessoa, muito sorridente e prestativo e sim, confessei  que eu ainda sabia um monte de musicas dele  “decor”.

 

Carina Rissi autografou mais de 2000 livros, a fila estava quilométrica e sequer consegui chegar perto dela pra trocar duas palavrinhas, reclamações posteriores no inbox do Facebook(sim, troco figurinhas com alguns autores pela internet). Mas entendo era “o dia” estar nos primeiros lugares de venda no Brasil em meio a fenômenos da literatura internacional é uma conquista.

 

E o mais procurado do sábado foi o show da Zélia Duncan pra dar o toque final no “tudo junto e misturado” fazendo jus ao tema da Bienal.

 

Como eu não posso contar tudo o que eu fui fazer lá,  adianto que conversei com pessoas maravilhosas e o principal consegui muito material interessante para as próximas publicações(suspense para todo mundo acompanhar o Blog, pois vêm novidades quentíssimas nos próximos dias). Depois de ticar o “OK” na minha lista de compromissos, fui passear de verdade.

 

Muitas famílias, crianças, idosos, cadeirantes, jovens, enfim uma mistura louca de tribos que fez esse evento eclético e inesquecível. Apesar de todos os transtornos de organização ver todo o cuidado que tiveram na elaboração da programação cultural valeu a pena. Destaques para o espaço cozinhando com palavras que misturava literatura e culinária, a Arena Cultural com suas mesas de discussão, Escola do Livro, Salão de Ideias, entre muitas outras atrações. Os estandes onde crianças paralisadas com os contadores de historias se aglomeravam aos montes, personagens interagindo com o publico, tudo isso mostra que a cultura é acessível a todos, basta querer.

 

Saldo total do evento: 720.000 pessoas em 1.500 horas de programação.

 

Eu fui embora com a sensação de dever cumprido e principalmente a certeza que o “gostar de livros” não vai acabar nunca, principalmente para mim que já gostava deles antes de aprender a ler.

 

Em resumo: O mais gostoso da Bienal é poder ver quem faz a sua imaginação viajar e poder perguntar para o autor se o personagem como a gente imagina é como o autor imagina também ou contestar alguns finais (adoro essa parte).

E fica o meu compromisso de ajudar a literatura nacional a crescer cada vez mais. Temos muito talento e competência de sobra pra isso.

 

Agradecimentos:

A todos os assessores de imprensa que trabalharam muito esses dias sem vocês o trabalho da imprensa seria bem mais difícil. Em especial a todos da Lilian Comunica que me auxiliaram demais e me proporcionaram a maioria dos encontros com autores e editoras. A todos do estande da Editora Pandorga pela receptividade e liberdade. Aos autores e autoras que doaram um pouco do seu tempo para conversar comigo e o mais importante: OBRIGADA! Por todos os livros, autógrafos, fotos e principalmente aos novos amigos que eu fiz nesses dias.

Programem-se: Bienal Internacional do Livro – Rio de Janeiro – de 03 a 13 de Setembro de 2015.

Sapatos apertados: o que fazer?

Xiii, o sapato está apertado??? Saiba como amenizar e usar!

 

Não há nada mais gostoso do que comprar aqueles sapatos que você desejou por muito tempo. Porém, a alegria pode durar somente até você calçá-los pela primeira vez e descobrir, em pequenos passos, que eles não são tão macios quanto você imaginou.

Calma! Para tudo há uma solução. A seguir, destacamos algumas dicas que vão lhe ajudar a amaciar o seu belo e amado par de sapatos novos. Experimente e arrase no fim de semana, Cinderela.

 

 

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Dicas para alargar os sapatos

Todo mundo sabe que o ideal é não comprar sapatos que machuquem os pés porque são menores do que o seu tamanho ou por conta da forma pequena. É para evitar isso que experimentamos na loja antes de comprá-los.

Porém, se você não teve como resistir e acabou ficando com eles, antes de sair com os sapatos na rua pela primeira vez use-os por algumas horas em casa, durante uma semana, para ir moldando-o conforme o formato do seu pé.

 

 

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Entretanto, se mesmo assim notar que vão te dar bolhas ou dores, experimente as dicas a seguir:

– Álcool e papel: aplique álcool ou aguá na parte interna do sapato e complete com bolinhas de papel limpo e úmido. Aperte bem e aguarde por 12 horas. Passado esse tempo, retire as bolinhas e experimente os sapatos ainda úmidos para que ele fique com o formato do seu pé;

– Batatas: você sabia que as batatas são uma boa alternativa para moldar os sapatos? Se o problema for na parte de trás do calçado, use batatas grandes. Se for nos dedos, escolha batatas menores. Elas devem ficar bem encaixadas, durante um ou dois dias. Isso fará com que o sapato fique esticadinho e ceda com o tempo;

– Saco plástico com água:  outra boa opção é experimentar o uso de sacos plásticos. Encha-os com água e amarre bem, evitando que vaze. Encaixe o saquinho no sapato, fixando com elásticos ou fita adesiva. Atenção: a água deve ficar concentrada na região que machuca. Em seguida, coloque o sapato no congelador. Assim, conforme a água se transforma em gelo, ela se expande junto com o sapato;

 

 

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– Secador de cabelo: pegue uma meia grossa, calce os sapatos. Em seguida, pegue o secador de cabelos e coloque-o a uma distância segura dos sapatos, de forma que irá esquentá-los sem queimá-los. Enquanto passa o secador, mexa os pés para que ele vá cedendo o sapato aos poucos;
– Condicionador de cabelo: passe uma quantidade razoável de condicionador de cabelo na borda interna dos sapatos, na parte que está machucando os seus pés, tomando cuidado para não sujar a parte de fora. Dependendo do seu material de confecção (tecido ou camurça), pode manchá-lo. Deixe descansar por algumas horas. Depois, limpe com um paninho seco. A técnica não dá certo com sapatos de plástico ou material sintético.

– Modelador de sapatos: você também pode recorrer aos modeladores de sapatos. Estes, além de amaciar o couro, dá um cheirinho gostoso ao calçado.

– Use hidratante nos pés e nos sapatos: se mesmo assim você continuar com dificuldades para calçar os sapatos, passe um pouco de hidratante nos pés sempre que for usá-los. Passe um pouco também na parte interna do calçado, nas áreas que mais lhe incomodam. Isso ajuda a esticar um pouco o sapato, principalmente se ele for de couro.

 

 

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Esmalte em gel

Tem mulher que não liga muito, mas tem mulher que não fica sem fazer a unha. O problema é que, muitas vezes, os esmaltes não sobrevivem muito tempo, principalmente para aquelas que costumam lavar louça e mexer muito com água.

Eis que surge uma saída, já existe no mercado um novo esmalte, em gel, que é mais resistente a essas atividades do dia a dia e duram mais tempo.

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Apesar de parecer uma solução milagrosa, o esmalte em gel não deve ser usado sempre, como uma rotina, como alertou a médica. Como ele é difícil de remover, muitas mulheres precisam voltar na manicure para tirar e já aproveitam para fazer a unha novamente. O problema é que os produtos usados na remoção podem danificar as unhas – por isso, é indicado recorrer a essa técnica apenas em ocasiões especiais, como uma longa viagem, por exemplo. Além disso, seja com qualquer esmalte, a recomendação principal é sempre deixar a unha “respirar” por, pelo menos, um dia antes de ser pintada novamente, para que ela não fique ressecada e quebradiça.

 

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Em geral, os esmaltes escuros duram cerca de 15 dias e os claros de 20 a 25 dias. Para fazer, o procedimento dura em média 1 hora e meia, mas há a vantagem de a cliente já sair com a unha seca, sem correr o risco de esbarrar e estragar.

Além disso, a sequência é um pouco diferente – primeiro, é aplicado um fixador para preparar a unha e retirar o brilho e a oleosidade. Depois, é colocada uma base em gel, o esmalte e o extra brilho. Por último, a unha é colocada em uma cabine de ultravioleta ou led para o gel secar. A repórter resolveu, inclusive, provar o esmalte em gel – depois de 12 dias lavando louça, jogando vôlei na praia e nadando na piscina, o esmalte continuou com brilho e sem descascar. O único inconveniente é que, como a unha cresceu, ficou um espaço na parte de cima.

Outra questão depois da unha feita com esmalte em gel é a remoção, que não é tão simples assim. Existem duas técnicas – uma delas é feita envolvendo um algodão com um produto específico de remoção na unha; a outra é feita colocando a unha imersa dentro de um pote com esse produto. Antes de começar qualquer uma delas, é preciso lixar a unha para remover o brilho e deixá-la mais porosa para o produto conseguir penetrar.

 

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É importante tomar cuidado, no entanto, com os removedores de esmalte, que retiram alguns componentes bons das unhas – a dica é preferir aqueles com óleo, que ajudam a manter a água na parte interna. É importante ainda manter as unhas sempre hidratadas para evitar o ressecamento e também a quebra. Em caso de unha quebradiça, um alerta que isso pode ser um indício de problemas de saúde, como alterações na tireoide, anemia, perda rápida de peso ou falta de proteína. Nesse caso, é preciso procurar um médico para investigar com um exame de sangue.

Do mais é isso!

Esmalte de gel é tudo de bom!